Meissen – Números de séries – I parte – seculo XVIII e inicio do XIX (Meissen serial numbers)

Apresentamos neste Post os números de série das porcelanas de Meissen do século XVIII. Estes números, geralmente gravados através de incisão nas peças, trazem a data de fabricação da peça. Obviamente, que estes números foram elaborados pela própria Manufatura para controlar e retificar a procedência. Lembre-se que nunca estes números são pintados, decalcados ou impressos. Através deles fica mais fácil  determinar a época e estilo. É  provavel que as falsificações e peças produzidas por outras manufaturas, no estilo meissen, não tragam estas informações. Algumas peças produzidas no século XIX, pela própria Meissen, revivendo o estilo rococó do XVIII apresentam estas marcas. Iniciaremos com as séries de 1765 a 1865.

 

A1 até A.100 – 1765

B.1  até B.100 – 1766/1767

C.1 até C.100 – 1768/1770

D.1 até D.100 – 1770/1771

E.1 até E.60 – 1772/1774

E.61 até E.100 – 1774/1776

F.1 até F.100 – 1776/1778

G.1 até G.100 – 1779/1781

H.1 até H.100 – 1782/1785

I.1 até I.100 – 1786/1787

J.1 até J.100 – 1787/1789

K.1 até K.100 – 1789/1795

L.1 até L.100 – 1795/1805

M.1 até M.100 – 1805/1813

N.1 até N.100 – 1814/1818

O.1 até O.100 – 1818/1821

P.1 até P.100 – 1822/1825

Q.1 até Q.100 – 1825/1827

R.1 até R.100 – 1827/1829

S.1 até S.100 – 1829/1831

T.1 até T.183 – 1831/1833

U.1 até U.100 – 1833/1834

V.1 até V.100 – 1834/1835

W.1 até W.100 – 1836/1842

X.1 até X.100 – 1843/1847

Y.1 até Y.100 – 1847/1849

Z.1 até Z.100 – 1849/1850

 

Cultura News – Mercado Editorial por Pedro Herz

Reproduzimos abaixo o texto de apresentação escrito pelo Diretor Geral da Livraria Cultura. Esta livraria é referência para nós. Não poderiamos deixar de prestigiar e levar adiante, aos leitores, de cidades distantes, onde não há uma livraria cultura, as palavras deste empreendedor:

articipei, recentemente, de um encontro de empresários a convite do jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão PME. Entre as discussões levantadas, falou-se bastante sobre a acirrada concorrência entre as empresas de todos os setores. Notei que muitos acham que a única forma de ganhar mercado é simplesmente reduzindo preços, estratégia com a qual não concordo muito, pois nem sempre o mais barato é o melhor. É preciso saber que outros diferenciais têm valor. Entre eles, estão a qualidade do atendimento e a fidelização do cliente por meio de uma experiência agradável de aquisição; cada vez mais, o consumidor contemporâneo nota que sua plena satisfação conta muito e pode estar além da pura relação de compra e venda. Quando vamos a um restaurante, por exemplo, não adianta só a comida ser gostosa. Acho que é fundamental valorizar e investir fortemente na qualidade dos serviços prestados, uma equipe bem informada e preparada faz muita diferença; inclusive, acredito que a formação adequada de colaboradores é uma questão de cidadania. Somente a boa educação poderá tornar as pessoas melhores, até mesmo como cidadãos para a construção de um mundo melhor. Nesta primeira edição de 2012, trouxemos um tema bastante falado (reportagem de capa, página 32): o fim do mundo! Não deixe de ver a lista de filmes que abordaram a questão, dos clássicos aos mais recentes; garanto que irão propiciar boas discussões e até risadas. Não perca também a entrevista (página 18) com a fantástica Inezita Barroso. Boa leitura!

Pedro Herz

Fonte: Cultura News – janeiro 2012 – www.culturanews.com.br

Zeppelin – Onde ficavam estas imensas aeronaves

 

 

Hangares
 

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar

Seria impossível hoje em dia concretizar um projecto como o do Conde Ferdinand von Zeppelin. Argumentar-se-ia que era utópico e arriscado e que existem formas mais seguras de pôr em prática o velho sonho humano de voar. Não obstante, fruto das circunstâncias, os dirigíveis existiram e evoluiram até limites impensáveis, chegando mesmo a tornar-se um meio de transporte intercontinental muito comum. Proporcionavam aos seus passageiros viagens deslumbrantes mas eram perigosos, dispendiosos e sobretudo gigantescos. Para a construção e manutenção destas máquinas voadoras eram necessários enormes hangares.

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar
Hangar de Moffett, Inglaterra

Estas mega-estruturas eram também fundamentais para alojar os dirigíveis entre as suas viagens. Com efeito, a grande sensibilidade ao vento dos enormes balões obrigava a que ficassem guardados num espaço fechado e coberto. A “arrumação” dentro dos hangares era um processo complicado e melindroso, à semelhança de toda a tecnologia envolvida nestes engenhos voadores. Começava-se por ancorar o nariz do balão a um cabo preso a uma grua e, a seguir, fazia-se a mesma operação na cauda. As gruas deslizavam então para dentro do hangar ao longo de duas linhas de carris, arrastando consigo o dirigível. Muitos destes edifícios situavam-se na Alemanha, onde surgiu e se expandiu o engenho de von Zeppelin desde o final do século XIX até à Segunda Guerra Mundial. As viagens em dirigível tornaram-se comuns, atingindo o seu apogeu entre as duas guerras. Na Alemanha colossais estruturas foram erigidas em Berlim, Dresden, Frankfurt ou Düsseldorf; na restante Europa também se construiam hangares, sobretudo em França e em Inglaterra.

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Hangar de Dusseldorf, Alemanha (destruído)

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Hangares de Cardington, Inglaterra

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar

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Hangar de Montebourg-Ecausseville, França

Durante o segundo conflito mundial os bombardeamentos encarregaram-se de destruir uma grande parte destes edifícios, até porque eram considerados alvos militares. Na Alemanha as bombas dos aliados arrasaram completamente todas as construções. Os colossais hangares foram reduzidos a escombros. Os poucos sobreviventes desta época encontram-se nos Estados Unidos. São também os maiores, bem à maneira americana. Na década de 30′, com as viagens intercontinentais já vulgarizadas, os EUA possuiam uma infraestrutura bem montada, constituída por várias bases aéreas destinadas a apoiar os voos de dirigíveis. Algumas foram destruídas ou desactivadas; outras subsistem e pertencem hoje ao exército que mantêm os antigos hangares ainda em funcionamento, fazendo as actuais construções parecer casas de bonecas ao seu lado.

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar
Hangar de Tustin, EUA

Um dos maiores hangares dessa época, Lakehurst, em New Jersey, está ainda activo. Tornou-se famoso pelas piores razões. Era aí que costumava ficar alojado o gigantesco Hindenburg. No dia 6 de Maio de 1937 o zeppelin alemão ao aproximar-se da base para aterrar explodiu e consumiu-se num mar de chamas em apenas 34 segundos… Era o fim dos dirigíveis. Ficaram os hangares.

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Retratos de Fita cassete – a arte de Erika Simons

 

Famosos retratados com fita cassete

Artista cria surpreendentes retratos usando fita cassetes

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Alfred Hitchcock

Erika Simons é uma artista excepcional: No melhor estilo Vik Muniz, que utilizou chocolate quente e papel picado,  criou uma série de retratos de famosos utilizando fita magnética. O resultado são obras incríveis, fiéis às imagens dos artistas e com um material que certamente muita gente já jogou no lixo; fitas cassetes e tapes.

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Audrey Hepburn

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Beethoven

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Bob Marley

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Janis Joplin

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Jimi Hendrix

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Copa do mundo, Leitura e capacitação profissional. O que fazer?

Os países emergentes, como Brasil, Russia e China, estão na mira dos investidores. Porém, no campo social, estes paises, carecem de muitas  ações. Entre elas, o desenvolvimento educacional e social. Parece estranho mas justamente quando o Brasil deveria estar a todo vapor,  sofre um apagão de recursos humanos. Na área de serviços predomina o amadorismo. Nas atividades que requerem maior embasamento técnico, faltam estudantes e instituições preparadas. O Brasil não acordou para a necessidade da educação. Enquanto  China e India investem, pesado, nesta area, aqui no Brasil, muitos fazem de conta não entender a necessidade da EDUCAÇÃO. Esta falta de “Recursos humanos” acaba refletida nos setores do comércio, gastronomico, hoteleiro e afins. Justamente os setores que mais necessitam de mão de obra especializada para atender o turista estrangeiro. Do atendimento a apresentação é possivel notar a falta de profissionalismo. O empresariado brasileiro não descobriu que deve e pode oferecer aos seus colaboradores acesso à profissionalização e educação. Geralmente, bom atendimento e criatividade, geram lucros e satisfação. Isto é uma lição, que empresas como a Apple, exploram e espalham dentro da sua organização. Para empresas pequenas e médias a educação é a única saida para o lucro.  Desde que se inclua a  ferramenta chamada: LIVRO. É através do conhecimento que se inicia uma verdadeira revolução. Estimule os funcionários a buscarem a evolução pessoal e o despertar da criatividade. Organize uma pequena biblioteca e crie um espaço para que se possam discutir temas e propostas que tragam resultados criativos para a empresa. Ofereça palestras e conteúdos que levem os funcionários a aprimorarem seu trabalho.  Tenha certeza que o treinamento e o investimento na formação, profissional e pessoal, dos seus funcionários, trará não somente lucro mas o retorno do cliente satisfeito. Que certamente é o alvo Nº 1 de todo empreendedor. Inclua o “Livro” na sua empresa e descubra, de maneira simples e eficaz, um dos maiores segredos das economias bem sucedidas.

Mãos a Obra! Ler muda a vida.

PS – A falta de profissionalismo e criatividade não é privilégio das pequenas e médias empresas. Neste contexto encontram-se as grandes corporações.

Artlivros

 

 

Natal – Emoções e livros

 Um dos mais difíceis aprendizados para o homem, sabidamente, é o das emoções. Até porque elas evoluem; numa velocidade inferior ao nosso desenvolvimento tecnológico. Com toda certeza nossas emoções, hoje, são mais trabalhadas  e maiores que as de antigamente.  Sentimos, hoje, emoções mais buriladas que as de outrora. A história universal comprova esta afirmação. Podemos, através da linha do tempo, perceber como os povos primitivos e antigos lidavam com a superstição, a servidão, a opressão, o medo ou a cobiça. A evolução a tudo permeia. E é esta evolução que forma nossa humanidade em seus aspectos positivos e negativos. Com a evolução do planeta ficamos mais suscetiveis as emoções sociais e construtivas. Hoje as tragédias são remediadas, quase que instantaneamente, por alianças de várias pessoas ou nações. Liberdade, revolução, sociabilidade e amor eram emoções potencialmente diversa das que sentimos hoje. Entretanto, um objeto continua a exercer sua função ao longo da história: O LIVRO. Ainda estamos em processo de humanização e nossa trajetória evolutiva é marcada pelas emoções que se desenvolvem ao longo desta jornada. E os livros, repare bem, continuam a auxiliar, compilar, guardar e apresentar-nos o interior do ser humano. Na cadência de um poema ou na prosa é possivel aprender e colher ensinamentos que nos fazem evoluir emocionalmente. E assim tem sido desde a descoberta da escrita. O mais curioso, disto tudo, é que os livros não deixam o leitor preso aos conceitos. Ao contrário, influenciam o leitor a viver o mundo e formar seu próprio conceito; sempre permeado de tolerância. Porque é neste palco, o do nosso dia-dia, aonde exerceremos o que temos de melhor e de pior. Portanto, quando alguém vier lhe dizer que a humanidade está cada vez pior e mais perdida, note quanto a humanidade já experienciou nestes milhões de anos, e dê-se os parabéns!  Mas não te esqueças que os livros podem ajudar, e muito, nesta evolução. Apresentando e mostrando que a sua dor , a minha e a de todos os seres viventes nascem da mesma natureza. Neste Natal não se esqueça de agradecer e se puder…acrescente à sua vida e na daqueles que lhe são queridos o instrumento universal chamado LIVRO.

M.N / Artlivros

 

 

Mark Khaisman – Pintura com fitas adesivas

mark khaisman artista fita adesiva

mark khaisman artista fita adesiva

mark khaisman artista fita adesiva

mark khaisman artista fita adesiva

mark khaisman artista fita adesiva

Mark Khaisman, ucraniano, é um ex-arquiteto que descobriu nas fitas adesivas uma nova forma de arte. Trabalhando, essencialmente com fitas adesivas, ele recria cenas antológicas do cinema. Atualmente vive na Filadélfia, Estados Unidos, e suas obras chegam a custar até US$ 20.000,00. Você pode conhecer mais, visitando o site do artista: http://www.khaismanstudio.com/

Mariano Taccola (Antes de Da Vinci) – Aprenda com a criatividade

Mariano Taccola é um daqueles personagens que habitaram os tempos do Renascimento. Obviamente, que o mais famoso deles ficou encarnado em um cidadão de nome Leonardo. Leonardo Da Vinci representa para nós, homens e mulheres, do século XXI a própria visão e idealismo dos renascentistas. A ciência desenvolveu-se enormemente desde aqueles tempos. O eco dos ensinamentos atingiu seu apice em nosso século atual. Porém, os ecos humanistas ainda chegam com certa lentidão ao espirito dos cidadãos deste planetinha.Mas a lição é a mesma ontem e hoje. Imaginação e busca do conhecimento são as chaves. E os livros naqueles tempos representavam o mais alto caminho para o desenvolvimento. Não mudou muito, mas há quem descarte a leitura e os livros. Acreditando numa formação superficial e cheia de informações truncadas. Prejudicando sua escrita, verbalização e capacidade de reflexão. Mariano di Jacopo detto il Taccola, conhecido simplesmente como Taccola, nasceu na cidade de Siena em 1382.  Não existem informações sobre os primeiros anos de sua vida ou seus métodos de aprendizado. Como adulto, sabe-se que foi tabelião, secretário da universidade, escultor, superintendente de estradas e engenheiro hidráulico. Assim como Da Vinci, ele era um inventor polivalente. Taccola deixou dois tratados que alcançaram o patamar de verdadeiro legado científico. O primeiro é De ingeneis (Sobre motores), iniciado em 1419 e finalizado em 1433, no montante de quatro livros. Taccola continuou alterando desenhos e otimizando seu conteúdo até cerca de 1449, um trabalho que acompanhou toda sua vida. Por fim, publicou seu segundo manuscrito: De machinis (Sobre as máquinas), no qual ele reafirmou dispositivos do processo de desenvolvimento que tinha apresentado ao longo do seu primeiro tratado. Seus escritos apresentam dispositivos engenhosos, ilustrados com desenhos feitos pelo próprio punho para elucidar com mais eficácia sua funcionabilidade. As invenções abrangiam técnicas hidráulicas de moagem, construção e até mesmo guerra, sendo que sua mais conhecida invenção foi a catapulta com dispositivos hidráulicos. Em sua época, Taccola era influente na sociedade, sendo aclamado como o “Arquimedes de Siena”. Seu  falecimento coincide com o nascimento de Da Vinci. É bem provavel que Da Vinci tenha conhecido seu trabalho. O suposto rótulo de “inspirador de Da Vinci” se deve à diversidade de suas invenções e ao recurso à tecnologia (através da engenharia) em suas obras, algo que Da Vinci conseguiu potencializar. Possivelmente, Leonardo serviu-se dos tratados de Taccola. Outro fato curioso que explana bem a relação de inspiração entre ambos é o famoso “Homem Vitruviano” de Da Vinci, que sintetiza todo o ideário renascentista, humanista e clássico. Taccola, muito antes, tinha criado o “Homem Vitruviano”, que, apesar duma estética modesta, tinha a mesma ideologia explanada por Da Vinci. Porém, se quisermos tocar neste delicado ponto de autoria sobre o Homem Vitruviano, é necessário falar de Vitrúvio Polião, o real inventor do mesmo. Foi Vitrúvio que estabeleceu as idéias de proporção e simetria aplicadas à anatomia humana, e possivelmente, alguém ou algo também o inspirou, bem como a Taccola. Como diria o químico Lavoisier séculos mais tarde: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma”. Impreterivelmente, não somente na natureza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Isaac Salazar – Esculturas de livro

O artista, americano, Isaac Salazar transforma livros em escultura. Paciência e delicadeza criam formas inspiradoras. Confira mais no flickr.  

As 10 maiores livrarias do mundo – Pesquisa “The Guardian”

1) Boekhandel Selexyz Dominicanen em Maastricht, Holanda

Localizada numa antiga igreja de 800 anos. Os arquitetos holandeses transformaram esta antiga construção num templo dos livros. Localizada na cidade de Maastricht.

2) El Ateneo em Buenos Aires

Famosa livraria portenha. Um enorme anfiteatro repleto de livros e um charmosos café. Você pode sentar e ler um livro calmamente enquanto observa o movimento.

3) Livraria Lello no Porto

Uma das mais famosas do mundo. Localizada num esplêndido edificio artnoveau na cidade do Porto

 4) Quarteirão dos segredos comic bookstore em Los Angeles

Um dos maiores acervos de quadrinhos do mundo. Próxima de Hollywood. Uma das mais preciosas do mundo.

5) Borders em Glasgow, Escócia 

Localizada num edificio projetado por Archibald Elliot in 1827  para o Royal Bank. Impressiona pela beleza da construção e o conteúdo selecionado. Um dos templos da leitura no mundo, situada na Escócia.

6) Scarthin’s in the Peak District

Localizada no Peak District. Vende livros novos e de segunda mão desde 1970 Possui um charmoso café com uma sala de exibição de curiosidades no primeiro piso.

7) Posada, Bruxelas

Localizada numa velha casa próximo a igreja  St Magdalen’s em Bruxelas. Famosa pela coleção de livros de arte. Possui uma excelente coleção de catálogos de exposições e leilões realizados na Europa.

8) El Péndulo no Mexico

Esta livraria tem um dos melhores points da cidade do México. Possui uma pequena seção de livros em inglês. Especializada em livros de arquitetura. Famosa pelo café.

9) Keibunsya em  Kyoto

Especializada em arte japonesa. Lugar agradavel e com acervo selecionado. Possui titulos em inglês.

10) Hatchards em Londres

Hatchards, em Piccadilly, atua desde 1797, é a mais aristocraticadas livrarias. Oscar Wilde e Lord Byron eram clientes habituais. Um delirio para os leitores e um perigo para o bolso. É sem duvida a melhor do mundo.

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