Design Brasileiro

Sergio Rodrigues um dos maiores designers do mundo reflete sobre a maneira de fazer e pensar o design. Pretendemos apresentar alguns posts sobre o design brasileiro. Esperamos com isso contribuir para a informação e melhor avaliação de colecionadores, arquitetos, decoradores e afins.

“Ninguém cria sozinho. Nenhum móvel que fiz poderia ser executado por mim”

Um dos maiores designers brasileiros, autor da premiada poltrona Mole, Sergio Rodrigues tem duas paixões: o desenho, herdada de seu pai, Roberto Rodrigues, e a madeira, da qual aprendeu a gostar com um tio-avô. Ele passou a vida desenhando móveis com formas torneadas e volumes generosos, que refletem brasilidade. Para falar sobre a criação de suas peças, sobre suas fábricas de mobiliário – como a Oca e a Meia Pataca – e suas casas de madeira, entre outros assuntos, Sergio Rodrigues recebeu PROJETO DESIGN em seu ateliê, no bairro do Botafogo, Rio de Janeiro.
 
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
 
Por que o senhor escolheu a profissão de designer?

Minha família sempre foi ligada às artes plásticas. Meu pai, que morreu quando eu tinha dois anos, era, segundo Pietro Maria Bardi, o elo que faltava entre o art déco e o modernismo. Dele recebi como herança a paixão pelo desenho.

Da parte de minha mãe, tive uma ligação muito importante com meu tio-avô James, que foi quem me encaminhou para o design. Ele tinha uma oficina onde dois portugueses de altíssimo nível técnico realizavam os objetos que ele imaginava: bancos, cadeiras, mesas. Desde garoto eu acompanhava aquele trabalho e ficava impressionado com o artesão que conseguia ler o desenho e fazer a peça em três dimensões. Ali iniciei minha ligação com a madeira.

A opção pela arquitetura foi um caminho natural, então.

Não. Minha idéia era ser projetista de aviação, mas para isso teria que entrar na escola de cadetes, e como era péssimo em matemática não consegui. Algumas pessoas sugeriram que eu estaria livre dessa matéria se cursasse arquitetura.

Entrei na faculdade, mas como aquela história da matemática era brincadeira, não passei no primeiro ano. Só no terceiro ano do curso vim a saber que arquitetura não era apenas desenho ou decoração, mas algo mais substancial: a criação do espaço que possa abrigar o homem.

E o mobiliário?

Observei que a arquitetura do Brasil, naquela época, era considerada uma das mais interessantes do mundo, mas a ambientação não tinha relação com ela. Havia bons profissionais nessa área, mas com muita influência européia. Para ter um toque de brasilidade, eram utilizadas peças de mobiliário colonial. Mergulhei no tema, mas não existia bibliografia adequada. Estudei por minha conta, fiz pesquisa em museus históricos.

No terceiro ano da faculdade, o professor de composição decorativa, David Azambuja, ficou entusiasmado com o que eu apresentei e me convidou para ser monitor. Quando eu estava no último ano, ele foi convidado pelo governador do Paraná, Bento Munhoz da Rocha Netto, para fazer o Centro Cívico de Curitiba. Eram quatro projetos e Azambuja contratou mais três arquitetos, para cada um fazer uma parte. Levei um susto  gratificante quando ele me convidou para ser um dos arquitetos [os outros dois foram Olavo Redig de Campos e Flávio Reis do Nascimento].

Por qual dos edifícios o senhor ficou responsável?

O das secretarias de Estado. Mas depois de dois anos o governador disse que ia suspender as obras por problemas financeiros. Fiquei em Curitiba e pouco depois o arquiteto italiano Carlo Hauner chegou à cidade com a intenção de fazer a ambientação do Palácio do Governo. Ele desenhava móveis para a Ambiente, loja de mobiliário moderno que eu já conhecia, e era proprietário de outra em- presa, a Artesanal.

Fizemos uma sociedade, instalando a loja Móveis Artesanal Paranaense, que durou seis meses. Vendi apenas dois sofás, e ainda pelo preço errado. Hauner, que estava fundando a Forma em São Paulo, com outros dois sócios, me convidou para trabalhar com ele. Fui o primeiro brasileiro da Forma a fazer ambientação de interiores. Comecei desenhando móveis, uma ou outra peça muito simples.

Por sugestão de Hauner, montei meu negócio no Rio, onde eu conhecia muita gente. Criei uma empresa para vender os móveis de São Paulo e ofereci sociedade ao conde Leoni Grasselli, que era um dos sócios da Forma. Escolhi um local não muito adequado, na rua dos Jangadeiros, mas foi um sucesso incrível. Ali surgiu a Oca, primeira loja de gabarito em Ipanema.

OCA, POLTRONA MOLE E MEIA PATACA
Quantas peças havia no catálogo nesse início?

Poucas, e a maioria vinda da Forma, de São Paulo. Fora algumas que eu desenhei, muito simples, como bancos, banquetas, cadeiras. Nessa época, tive grande decepção quando mandei fazer uma banqueta, numa fábrica conceituada, e poucos dias depois vi duas lojas da rua Barata Ribeiro vendendo as banquetas que eu nem tinha exposto na minha loja.

Assim, resolvi montar minha fábrica, em Bonsucesso. Usávamos o jacarandá, que era a madeira mais bonita, mais perfeita, e, com operários caros, os móveis ficaram caros. Mas quem conhecia o material, o desenho e os acabamentos valorizava. No primeiro ano, compramos a loja que alugávamos.

Qual foi a primeira grande encomenda?

Em meados de 1960, Wladimir Murtinho e Olavo Redig de Campos, funcionários do Itamarati, me procuraram porque precisavam de mesas para ministros, para a inauguração de Brasília. A mesa do ministro Horácio Lafer foi um sucesso.

Depois de vê-la, o embaixador do Brasil na Itália me convidou para fazer a embaixada brasileira em Roma, o Palácio Doria Pamphili, que estava sendo comprado. Como ele queria ocupar rapidamente o palácio, procurei a fábrica de Carlo Hauner, no norte da Itália, onde desenhei e produzi os móveis. Fizemos a embaixada em Roma, o consulado e a embaixada no Vaticano, tudo em tempo recorde.

Ainda na época de Brasília, Darcy Ribeiro me chamou para fazer as cadeiras do auditório da universidade, uma das obras-primas de Alcides da Rocha Miranda. Desenhei as cadeiras, que também foram utilizadas em uns 20 ou 30 auditórios no Brasil, inclusive no Anhembi, em São Paulo.

E a poltrona Mole?

Eu imaginava usar a madeira volumosa, e não como [Joaquim] Tenreiro, que usava madeiras superdelgadas. Eu queria fazer algo para mostrar a madeira. Quando o fotógrafo Otto Stupakoff estava montando seu ateliê me pediu algo para o pessoal ficar bem descontraído. Então pensei em fazer uma coisa baseada naquilo que estava na minha cabeça. E fiz direto, sem protótipo. Essa primeira peça foi um sofá, que está até hoje na casa de minhas filhas, mas do qual só restou a estrutura.

Mais tarde, em 1961, quando eu já estava de volta ao Brasil, o então governador do Rio, Carlos Lacerda, para quem eu tinha vendido duas poltronas Mole, quis que eu a inscrevesse em um concurso em Milão [o 4º Concurso Internacional do Móvel]. Mandei as plantas para análise, e fiquei muito satisfeito quando a poltrona não foi aceita por já ser conhecida.

Então o senhor não participou do concurso?

Fiz pequenas alterações na estrutura e nas travessas da poltrona original. Inscrevi a peça com o nome de poltrona Mole mesmo e ela ganhou o primeiro prêmio entre 400 concorrentes, de trinta e tantos países.

A firma encarregada da produção, a ISA, de Bérgamo, mudou o nome para Sheriff, que considerava mais comercial. Eles a promoveram e venderam para o mundo todo. Deram a poltrona de presente para [o presidente norte-americano John] Kennedy, a rainha Elizabeth 2ª, o papa Pio 12, [o premiê russo Nikita] Kruchev. Vi, em uma publicação inglesa, o marido da princesa Margareth [da Inglaterra], lorde Snowdon, que era fotógrafo e decorador, usando a poltrona Mole em vários ambientes.

Muitas publicações deram destaque à cadeira, que um livro considerou uma das 30 mais importantes do século 20. A partir daí começaram as cópias. Há pouco tempo saiu uma na revista norte-americana Architectural Digest: em vez de pés torneados, fizeram pés quadrados, mas com os mesmos detalhes, o mesmo almofadão. No Chile, vi um hotel com poltronas Mole produzidas por lá mesmo. Quer dizer, muita gente enriqueceu com esse negócio.

O senhor ganhou dinheiro com a Mole?

Recebi apenas 200 dólares, que era o prêmio do concurso e já estava amarrado à venda dos direitos autorais.

Como foi a criação da Meia Pataca?

Foi em 1963. Meus amigos queriam comprar móveis na Oca e não podiam, porque eram muito caros. Resolvi fazer no canto da fábrica uma linha um pouco mais seriada e de execução mais simples. Esses eram os móveis da Meia Pataca.

Quando Darcy Ribeiro me chamou para fazer os móveis da Universidade de Brasília, fiz coisas bastante simples, também com jacarandá. Isso foi produzido na Mobilinea, de São Paulo, que era de Ernesto Hauner, irmão de Carlo.

Como ficaram seus direitos autorais depois que o senhor saiu da Oca?

Nunca pensei em sair da Oca. Quando vieram os problemas de sociedade, foi muito desagradável e eu me desliguei sem levar os desenhos comigo e sem tê-los registrado.

Anos depois, o pessoal que manteve a Oca percebeu certos enganos, e eu passei a fazer alguns desenhos para eles, que compravam o modelo e produziam. Também comecei a desenhar para a Tendo do Brasil, empresa japonesa que fazia móveis em série para escritório e jardim.

Qual sua experiência com mobiliário para hotéis?

Ganhei o concurso para o hotel Mofarrej, em São Paulo. Fiz os desenhos e montei uma fábrica na garagem do próprio hotel. Fazia estofamento, cortinas, tudo enfim. Fiquei durante seis anos, mas creio que fui a primeira pessoa que trabalhou com mobiliário de hotéis e não ganhou dinheiro.

Como é sua relação com os operários que criam seus móveis?

Ninguém cria sozinho. Nenhum móvel que fiz poderia ser executado por mim. Tenho que admitir e agradecer a colaboração desses artesãos.

Fale um pouco sobre sua relação com Joaquim Tenreiro.

Tínhamos uma ligação muito grande. Aliás, me orgulho de ele ter dito que eu era o único designer que ele considerava – com algumas restrições, que ele não tinha papas na língua. Ele questionava os pés grossos dos meus móveis. Conversávamos sobre detalhes, sobre como executar.

Ele foi homem de bancada e o criador do móvel moderno brasileiro. Existe o móvel brasileiro, sim. A globalização pegou de tal maneira que é difícil saber a nacionalidade de um carro ou uma geladeira só pelo desenho. Mas a comida, o mobiliário e o vestuário, coisas que você usa com contato direto, não estão globalizados.

O senhor acompanha o trabalho dos designers brasileiros mais jovens?

Sim. Estive recentemente no Rio Design Center e vi móveis de Pedro Useche, maravilhosos. Para mim, ele é um grande designer. Em São Paulo, tem René Bonzon, Carlos Motta. Temos uns 10 ou 15 designers de primeiríssima. Gosto de Cláudia Moreira Salles, de Jaqueline Terpins.

Gosta do trabalho dos irmãos Campana?

Eles são muito criativos, gosto imensamente do trabalho deles. Eles são designers no sentido da palavra: têm a capacidade de criar canetas, palito, lapiseiras, automóveis, geladeiras etc.

Da mesma forma é Guto Índio da Costa, figura incrível, que faz coisas aceitas no mundo inteiro.

MADEIRA
E seus projetos de casas de madeira?

A casa pré-fabricada era a síntese da minha ligação com a arquitetura, com a madeira e com a indústria. Nos anos 1960, comecei a estudar o assunto e fazer maquetes.

Niomar Muniz Sodré, que era diretora do MAM, ficou entusiasmada com a idéia e me pediu para fazer uma casa. O prazo era de 20 dias e eu a montei, juntamente com o pessoal da Oca.

Depois fiz obras grandes, como o Iate Clube de Brasília, a sede do Country Club de Goiânia, que visitei recentemente, e casas maiores. No total fiz mais de 250 casas, a maioria delas ainda existe.

A produção dessas estruturas era feita pela Oca?

Não, meus sócios não quiseram. Mas eu consegui, em uma área de cem metros quadrados, fazer tudo aquilo. Com seis operários eu conseguia ganhar quatro vezes mais do que a Oca, que tinha cem empregados.

Existe preconceito com a estrutura de madeira?

Os latinos têm o mesmo medo que os romanos tinham da madeira para residência e para arquitetura definitiva. Nos territórios que invadiam, os romanos faziam grandes assentamentos de madeira que depois eram substituídos por pedra e cal.

Zanine Caldas tem alguma relação com essas casas?

Eu o conheci em Brasília, na época em que eu estava fazendo trabalhos para a universidade. Um dia, descobri uma loja que vendia arranjos secos de folhas, de muito bom gosto. Era Zanine quem fazia aquilo.

Ele não tinha diploma, mas a arquitetura que ele fazia tem muito arquiteto com diploma que não faz. Desde aquele momento, nos tornamos grandes amigos. Em 1964 ele foi expulso de Brasília e começou a fazer algumas esculturas entalhadas muito bonitas, que eu vendia na Meia Pataca.

Depis ele veio para o Rio e começou a fazer as casas da Joatinga. Quando vi a primeira, fiquei alucinado; quando ele fez a segunda, chamei Lucio Costa, que já conhecia Zanine do tempo das maquetes, mas não conhecia a arquitetura dele. Lucio ficou alucinado também. E aí Zanine fez uma série de casas no Brasil inteiro.

Existe diferença entre as coberturas de suas casas do início e das mais recentes, não?

As primeiras eram todas praticamente planas. Naquela época não dava para fazer casinholas, como se dizia, de duas águas. Considerei as casas modernas, com teto plano, como uma possibilidade de venda.

Depois começaram a pedir casas com telha com capa-canal e passei a fazê-las. Fiz algumas com Eternit, de que eu gostava pela possibilidade de substituir uma telha por outra transparente, criando clarabóias em diversos lugares da residência. Minhas casas são sempre muito iluminadas.

E qual sua paixão maior: a madeira ou o desenho?

Claro que o desenho. Se não tiver a madeira, parte-se para o plástico, a estrutura metálica. Sem o desenho não se faz nada. Mas eu gosto dos dois juntos. Embora eu tenha feito para o Palácio do Planalto uma cadeira de estrutura metálica e estofado, que será relançada por uma empresa de Curitiba, que está produzindo os meus móveis.  Fiz uma casa toda em fibra de vidro, que não saiu do protótipo. Acho o plástico maravilhoso, mas gosto do estudo do encaixe da madeira, para se conseguir tirar o máximo daquela matéria-prima natural.

Por Fernando Serapião
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 284 Outubro de 2003

Título de filmes – curiosidades culturais

O título adaptado não é motivo para o espectador boicotar o filme, mas há os que torcem o nariz ou julgam mal a adaptação. Há que fazer justiça aos responsáveis pelas adaptações. São humanos e também erram. Não é que sejam fãs ardilosos dos filmes que passam por suas mãos. A grande intenção por trás da mudança é adaptar à linguagem local, e os motivos são tanto semânticos como culturais.

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Alguns filmes recebem nomes diferentes em países de mesma língua, como por exemplo Brasil e Portugal. Entre esses dois países as diferenças culturais são inevitáveis, dada a imensidão de oceano que os afasta. O nome original (quando não de língua portuguesa), se traduzido literalmente pode soar muitas vezes sem sentido ou até mesmo ridículo. A obra prima de Francis Ford Coppola, The Godfather, entrou no Brasil como O Poderoso Chefão. Em Portugal se chama O Padrinho. Para a máfia, “padrinho” significa um elo, um contrato de cavalheiros. No Brasil existe uma outra cultura sobre seu significado, e com certeza um filme com o nome O Padrinho teria um peso muito diferente na escolha do público brasileiro. A alternativa deu certo e Coppola sagrou-se mestre em mais um país.

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É verdade que nos últimos anos os títulos têm sido mais bem adaptados, sofrendo apenas algumas alterações em prol da aproximação das línguas, fruto da globalização. Em tempos mais antigos houve títulos com interessantes adaptações que merecem atenção. O filme Vertigo (1958), clássico de Alfred Hitchcock, em Portugal se chama A Mulher que Viveu Duas Vezes; no Brasil, Um Corpo que Cai. Ambas as adaptações poderiam ter sido mais humildes, mas não foram e arriscaram contar muito da história. Outro de Hitchcock, Rope (1948), em Portugal é A Corda; no Brasil, Festim Diabólico. Os lusitanos honraram o original, já os brasileiros seguiram um caminho completamente novo, com sucesso.

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Algumas adaptações são boas o bastante para se equiparar ao original, ou até mesmo superá-lo: Mystic River (2001), o ótimo drama de Clint Eastwood, no Brasil é Sobre Meninos e Lobos; The Big Country (1958) e Shane (1953), dois clássicos do western, são, respectivamente, Da Terra Nascem os Homens e Os Brutos Também Amam. Títulos metafísicos e dramáticos, bastante aprofundados no sentido das histórias.

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Outro caso é a opção por manter o nome original e mesmo assim não ser bem visto, prova de que nem só de mudança vive o cinema tipo exportação. The Girl with Dragon Tattoo, bestseller do sueco Stieg Larsson, foi adaptado duas vezes para o cinema (2009 e 2011). No Brasil se chama Os Homens que Não Amavam as Mulheres; em Portugal, Os Homens que Odeiam as Mulheres. Ao invés de perguntar “por que inventaram um título tão diferente para o português?” talvez fosse melhor pesquisar a origem e chegar ao título em sueco: Män Som Hatar Kvinnor (“Homens que odeiam mulheres”, em tradução direta). Os adaptadores ainda possuem crédito em seu mercado poliglota.

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“12 Angry Men” (BR: 12 Homens e 1 Sentença / PT: 12 Homens em Fúria)

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“Easy Rider” (BR: Sem Destino).

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“Cul De Sac” (BR: Armadilha do Destino).

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“Memento” (BR: Amnésia).

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“The Wicker Man” (BR: O Homem de Palha / PT: O Sacrifício).

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“My Own Private Idaho” (BR: Garotos de Programa / PT: A Caminho de Idaho).

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“Hangover” (BR: Se Beber Não Case / PT: Ressaca).

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“”The Adjustment Bureau” (BR: Os Agentes do Destino).

Coleção Bom livro editora Ática – Unindo artes plásticas e literatura

Coleção Bom Livro: unindo literatura e arte contemporânea brasileira

A Coleção Bom Livro, da editora Ática, voltou a reformular seu projeto gráfico: passou a incorporar obras de arte contemporânea brasileira no design de suas capas. A mistura do clássico e do contemporâneo vai além de uma estética diferenciada – traz também a discussão da arte contemporânea para dentro das salas de aula. A Coleção Bom Livro, da editora Ática, já é velha conhecida das escolas e do mercado editorial. Em seu catálogo, traz alguns dos maiores clássicos da literatura brasileira e portuguesa, como Dom Casmurro, A Moreninha, O Cortiço, Lira dos Vinte Anos, entre outras obras. A coleção já passou por três tipos de capas diferentes e em 2008 aconteceu sua mais recente reformulação de projeto gráfico. A ideia era fugir do aspecto juvenil que a série possuía, devido à sua ligação com as leituras obrigatórias escolares, e foi decidido que seriam usadas obras de arte contemporânea brasileira para figurar no design. A mudança radical quebra a barreira do foco juvenil e torna a coleção atrativa também para o leitor adulto.

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O Cortiço. Capa com detalhe da instalação Iruption Series, de Regina Silveira.

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“Nossa intenção foi ampliar o público e, ao mesmo tempo, mostrar a permanência desses livros nos dias de hoje”, diz o editor Fabrício Waltrick. “Daí a escolha por artistas brasileiros contemporâneos. São os nossos clássicos de séculos atrás representados num olhar de hoje (mesmo que incidental). Não haveria melhor maneira de mostrar que aqueles livros – tão desgastados pelas leituras obrigatórias – eram arte, senão usando a própria arte.” Por parte dos leitores, ocorrem discussões sobre a adequação dessas novas capas para o público adolescente, que supostamente não se interessa por arte contemporânea. Mas definir se as capas que diferem das tradicionais são atraentes para estudantes é algo que vai depender de um leque de fatores intra e extra-escolares. O dever de despertar (ou a tragédia de minguar) o interesse por determinada literatura ou arte não deve recair no projeto gráfico de um livro ou coleção, como é popular que se julgue. A questão educacional em torno desse problema é grandiosa e não cabe num artigo. Aqui é justo que se fale da coleção dentro de sua proposta de trazer uma nova experiência de diálogos entre literatura e artes plásticas.

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Os Bruzundangas. Obra da capa Desenhos em Bananas Retrato de Tónico Lemos Auad.

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Antologia Poética – Romantismo. Obra da capa Cinecromático 2SE – 18, de Abraham Palatnik.

A escolha de qual obra de arte apareceria em cada título literário foi feita internamente na editora. Observando os livros, que possuem uma bonita e simples diagramação, notamos que há todo tipo de expressão na capa: pinturas, fotografias, instalações, esculturas, entre outros que se adequaram bem ao design limpo e elegante. Fabricio Waltrick ressalta que não houve uma pretensão de montar um panorama atual das artes plásticas. Mas pode-se afirmar que a coleção oferece uma amostra bastante ilustrativa do que podemos encontrar na arte contemporânea brasileira e funciona como um deflagrador de interesse para o público leigo no assunto.

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Marília de Dirceu. Obra da capa 730 Ave Marias (díptico), de Stephan Doitschnoff.

Além de fugir do lugar-comum das capas tradicionais, as capas dessa coleção trazem a arte contemporânea para dentro das salas de aula. Pouco se discute artes plásticas na escola durante o ciclo do Ensino Médio. Normalmente o assunto é abordado nas aulas de história, quando se fala da Semana de 22 e das vanguardas europeias. Fala-se dos principais movimentos do início do século XX, como o impressionismo, o cubismo, o dadaísmo, o surrealismo, entre outros. Mas se passa correndo por eles, com uma breve descrição compacta e uma ou duas figuras como exemplo mais conhecido. As artes voltam a figurar quando a matéria chega aos anos 60, na ditadura e nas revoluções artísticas, sexuais e comportamentais dos jovens da época. Alguns livros didáticos de literatura constroem uma teia de intertextualidade com artes visuais (incluindo quadrinhos populares), tornando o pragmatismo das matérias algo mais palatável e atual. E, dependendo do(a) professor(a), as artes plásticas podem se tornar complemento importante ao longo do ano letivo. Ainda assim, a arte contemporânea em específico, e brasileira principalmente, costuma ser ignorada. Felizmente, o quadro parece mudar aos poucos.

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Lira dos Vinte Anos. Obra da capa Solve et coagula, de Elder Rocha.

“A arte brasileira contemporânea está em processo de valorização, inclusive nas escolas”, diz Fabricio Waltrick. “Um projeto como este estabelece diálogos e brinca com os sentidos que a literatura apropria das artes plásticas e vice-versa. Por exemplo, uma obra de Adriana Varejão ganha a aura de clássico quando ilustra o ‘Auto da Barca do Inferno’. Enquanto Gil Vicente acaba ficando com uma bela cara contemporânea. E todo mundo sai feliz. Aliás, sei que a Adriana gostou muito do projeto. E isso foi o máximo pra gente.” Essa discussão em sala de aula vai além de exercitar a criatividade, o senso estético e o raciocínio interdisciplinar, ela inicia o estudante na linguagem das artes plásticas, evitando que amanhã ou depois ele enverede pelo caminho dos que torcem o nariz para a arte contemporânea por puro preconceito e a classifique como coisa para intelectualoides. (Algo que, infelizmente, também acaba acontecendo com os próprios clássicos literários. Embora se deva dizer que parte dessa antipatia do público nasça devido à miopia de alguns acadêmicos). Os livros da coleção trazem, ao final, uma ficha sobre a obra de arte que figura na capa. A página mostra detalhes técnicos da obra, como nome, materiais e dimensões, uma biografia do artista, e um texto bastante elucidativo que relaciona a obra de arte com a ficção literária que ela ilustra naquele livro em particular. A capa de Cronistas do descobrimento (organização de Antonio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa) traz a pintura Who’s afraid of red, de Dora Longo Bahia, uma paisagem natural saturada em tons avermelhados e róseos e com uma profusão de arranhões que parecem destruí-la parcialmente. O texto explicativo ao final do livro relaciona o processo criativo dessa obra com a maneira como as narrativas sobre o Brasil do século XVI foram feitas: “O cruzamento de impressão quase instintiva e construção racional perfazem a síntese da imagem, assim como nos relatos dos cronistas”. E, mais ainda, os arranhões esbranquiçados como cicatrizes sobre a paisagem antes imaculada nos fornecem uma ilustração explícita da intervenção colonizadora em terras (que se tornariam) brasileiras. Acesse o site da coleção para conhecer mais sobre os livros, as obras de arte que aparecem em cada capa e para ter acesso aos suplementos virtuais.

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O Crime do Padre Amaro. Obra da capa sem título, de Hidelbrando de Castro.

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A Moreninha. Obra da capa Montes, de Tatiana Blass.

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Contos (Machado). Obra da capa Poça III, de Daniel Senise.

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O Alienista. Obra da capa Semblantes, de Arthur Bispo do Rosário.

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Auto da Barca do Inferno. Obra da capa Azulejaria de cozinha com caças variadas, de Adriana Varejão.

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Memórias de um Sargento de Milícias. Obra da capa O visível e o invisível, de Marco Paulo Rolla.

Educação x Eleições…

 Um dos grandes problemas do Brasil, desde os tempos coloniais, é a sua classe dirigente. Escondida sob diferentes disfarces leva uma grande parcela do eleitorado “no bico” e usufrui das benesses e pertences públicos. Tem sido assim…infelizmente. Sai o assistencialismo, escancarado, entra o progresso em ritmo de corrupção desenfreada com arroubos de justiça social. E o Brasil vai sobrevivendo. Perdendo o trem mundial do progresso e entregando gerações à voracidade das drogas e da violência. Se os brasileiros optassem por educação ao invés de ufanismos, talves tivessemos um País livre de incompetentes e corruptos. Talvez houvesse uma administração inteligente ao invés de desvarios e roubalheiras constantes. E voce ainda pergunta qual a causa dos probelmas? Pois é….caro leitor….o problema esta numa palavra: “Educação”.  Esta palavra é o cerne da evolução de paises como Japão e Suécia. É ela quem domina a maior parte do orçamento dos paises desenvolvidos. E é ela que faz a diferença quando o assunto é progresso social e educação. E nós, brasileiros, continuamos nos julgando espertos por levar uma vantagem no troco ou no futebol. Mas na realidade, continuamos sendo espoliados pelos mais educados. Acredito que inicialmente a informação possa ajudar nas próximas eleições. Pense nisso. Pense naqueles que herdarão o futuro. E comece fazendo do seu voto a causa da mudança. Não votando em corruptos e espertalhões. Preste atenção nas propostas. Principalmente naquelas em que a palavra “Educação” aparece com constância e objetividade. Duvide dos salvadores e “resolvedores”. Acredite na educação e na valorização do bem público. Uma das nossas iniciativas será divulgar informações que possam auxiliar os eleitores. Iniciamos com uma lista do TRE que divulga um pessoal pouco confiavel para o seu voto.

ID

NOME

CARGO

PARTIDO

ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE

1

ABELARDO LUPION

Deputado

PFL-PR

Sonegação Fiscal

2

ADEMIR PRATES

Deputado

PDT-MG

Falsidade Ideológica

3

AELTON FREITAS

Senador

PL-MG

Crime de Responsabilidade e Estelionato

4

AIRTON ROVEDA

Deputado

PPS-PR

Peculato

5

ALBÉRICO FILHO

Deputado

PMDB-MA

Apropriação Indébita

6

ALCESTE ALMEIDA

Deputado

PTB-RR

Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

7

ALEX CANZIANI

Deputado

PTB-PR

Peculato

8

ALMEIDA DE JESUS

Deputado

PL-CE

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

9

ALMIR MOURA

Deputado

PFL-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

10

AMAURI GASQUES

Deputado

PL-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

11

ANDRÉ ZACHAROW

Deputado

PMDB-PR

Improbidade Administrativa

12

ANÍBAL GOMES

Deputado

PMDB-CE

Improbidade Administrativa

13

ANTERO PAES DE BARROS

Senador

PSDB-MT

Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha

14

ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO

Deputado

PSDB-SP

Crime de Responsabilidade

 

15

ANTÔNIO JOAQUIM

Deputado

PSDB-MA

Improbidade Administrativa

16

BENEDITO DE LIRA

Deputado

PP-AL

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

17

BENEDITO DIAS

Deputado

PP-AP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

18

BENJAMIN MARANHÃO

Deputado

PMDB-PB

Crime Eleitoral

19

BISPO WANDERVAL

Deputado

PL-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

20

CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS)

Deputado

PMDB-MG

Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

21

CARLOS ALBERTO LERÉIA

Deputado

PSDB-GO

Lesão Corporal

22

CELSO RUSSOMANNO

Deputado

PP-SP

Crime Eleitoral, Peculato e Agressão

23

CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT)

Deputado

PL-PR

Crime Eleitoral

24

CIRO NOGUEIRA

Deputado

PP-PI

Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação

25

CLEONÂNCIO FONSECA

Deputado

PP-SE

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

26

CLÓVIS FECURY

Deputado

PFL-MA

Crime Contra a Ordem Tributária

27

CORIALANO SALES

Deputado

PFL-BA

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

28

DARCÍSIO PERONDI

Deputado

PMDB-RS

Improbidade Administrativa

29

DAVI ALCOLUMBRE

Deputado

PFL-AP

Corrupção Ativa

31

DOUTOR HELENO

Deputado

PSC-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

32

EDSON ANDRINO

Deputado

PMDB-SC

Crime de Responsabilidade

33

EDUARDO AZEREDO

Senador

PSDB-MG

Improbidade Administrativa

34

EDUARDO GOMES

Deputado

PSDB-TO

Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

35

EDUARDO SEABRA

Deputado

PTB-AP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

36

ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO

Deputado

PRONA-SP

Falsidade Ideológica

37

EDIR DE OLIVEIRA

Deputado

PTB-RS

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

38

EDNA MACEDO

Deputado

PTB-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

39

ELAINE COSTA

Deputada

PTB-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

40

ELISEU PADILHA

Deputado

PMDB-RS

Corrupção Passiva

41

ENIVALDO RIBEIRO

Deputado

PP-PB

Crime Contra a Ordem Tributária,Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

42

ÉRICO RIBEIRO

Deputado

PP-RS

Crime Contra a Ordem Tributária eApropriação Indébita

43

FERNANDO ESTIMA

Deputado

PPS-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

44

FERNANDO GONÇALVES

Deputado

PTB-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

45

GARIBALDI ALVES

Senador

PMDB-RN

Crime Eleitoral

46

GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO)

Deputado

PL-PR

Crime Contra a Ordem Tributária e

sequestro

47

GONZAGA PATRIOTA

Deputado

PSDB-PE

Apropriação Indébita

48

GUILHERME MENEZES

Deputado

PT-BA

Improbidade Administrativa

49

INALDO LEITÃO

Deputado

PL-PB

Crime Contra o Patrim?nio,Declaração Falsa de Imposto de Renda

50

INOCÊNCIO DE OLIVEIRA

Deputado

PMDB-PE

Crime de Escravidão

51

IRAPUAN TEIXEIRA

Deputado

PP-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

52

IRIS SIMÕES

Deputado

PTB-PR

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

53

ITAMAR SERPA

Deputado

PSDB-RJ

Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

54

ISAÍAS SILVESTRE

Deputado

PSB-MG

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

55

JACKSON BARRETO

Deputado

PTB-SE

Peculato e Improbidade Administrativa

56

JADER BARBALHO

Deputado

PMDB-PA

Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro

57

JAIME MARTINS

Deputado

PL-MG

Crime Eleitoral

58

JEFERSON CAMPOS

Deputado

PTB-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

59

JOÃO BATISTA

Deputado

PP-SP

Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

60

JOÃO CALDAS

Deputado

PL-AL

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

61

JOÃO CORREIA

Deputado

PMDB-AC

Declaração Falsa de Imposto deRenda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

62

JOÃO HERRMANN NETO

Deputado

PDT-SP

Apropriação Indébita

63

JOÃO MAGNO

Deputado

PT-MG

Lavagem de Dinheiro

64

JOÃO MENDES DE JESUS

Deputado

PSB-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

65

JOÃO PAULO CUNHA

Deputado

PT-SP

Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato

66

JOÃO RIBEIRO

Senador

PL-TO

Peculato e Crime de Escravidão

67

JORGE PINHEIRO

Deputado

PL-DF

Crime Ambiental

68

JOSÉ DIVINO

Deputado

PRB-RJ

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

69

JOSÉ JANENE

Deputado

PP-PR

Estelionato, ImprobidadeAdministrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral

70

JOSÉ LINHARES

Deputado

PP-CE

Improbidade Administrativa

71

JOSÉ MENTOR

Deputado

PT-SP

Corrupção Passiva

72

JOSÉ MILITÃO

Deputado

PTB-MG

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

73

JOSÉ PRIANTE

Deputado

PMDB-PA

Crime Contra o Sistema Financeiro

74

JOVAIR ARANTES

Deputado

PTB-GO

Improbidade Administrativa

75

JOVINO CÂNDIDO

Deputado

PV-SP

Improbidade Administrativa

76

JÚLIO CÉSAR

Deputado

PFL-PI

Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e FalsidadeIdeológica

77

JÚLIO LOPES

Deputado

PP-RJ

Falsidade Ideológica

78

JÚNIOR BETÃO

Deputado

PL-AC

Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

79

JUVÊNCIO DA FONSECA

Deputado

PSDB-MS

Improbidade Administrativa

80

LAURA CARNEIRO

Deputada

PFL-RJ

Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

81

LEONEL PAVAN

Senador

PSDB-SC

Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão

82

LIDEU ARAÚJO

Deputado

PP-SP

Crime Eleitoral

83

LINO ROSSI

Deputado

PP-MT

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

84

LÚCIA VÂNIA

Senadora

PSDB-GO

Peculato

85

LUIZ ANTÔNIO FLEURY

Deputado

PTB-SP

Improbidade Administrativa

86

LUPÉRCIO RAMOS

Deputado

PMDB-AM

Crime de Aborto

87

MÃO SANTA

Senador

PMDB-PI

Improbidade Administrativa

88

MARCELINO FRAGA

Deputado

PMDB-ES

Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

89

MARCELO CRIVELA

Senador

PRB-RJ

Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica

90

MARCELO TEIXEIRA

Deputado

PSDB-CE

Sonegação Fiscal

91

MÁRCIO REINALDO MOREIRA

Deputado

PP-MG

Crime Ambiental

92

MARCOS ABRAMO

Deputado

PP-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

93

MÁRIO NEGROMONTE

Deputado

PP-BA

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

94

MAURÍCIO RABELO

Deputado

PL-TO

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

95

NÉLIO DIAS

Deputado

PP-RN

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

96

NELSON BORNIER

Deputado

PMDB-RJ

Improbidade Administrativa

97

NEUTON LIMA

Deputado

PTB-SP

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

98

NEY SUASSUNA

Senador

PMDB-PB

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

99

NILTON CAPIXABA

Deputado

PTB-RO

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

100

OSMÂNIO PEREIRA

Deputado

PTB-MG

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

101

OSVALDO REIS

Deputado

PMDB-TO

Apropriação Indébita

102

PASTOR AMARILDO

Deputado

PSC-TO

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

103

PAULO AFONSO

Deputado

PMDB-SC

Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa

104

PAULO BALTAZAR

Deputado

PSB-RJ

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

105

PAULO FEIJÓ

Deputado

PSDB-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

106

PAULO JOSÉ GOUVEIA

Deputado

PL-RS

Porte Ilegal de Arma

107

PAULO LIMA

Deputado

PMDB-SP

Extorsão e Sonegação Fiscal

108

PAULO MAGALHÃES

Deputado

PFL-BA

Lesão Corporal

109

PEDRO HENRY

Deputado

PP-MT

Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

110

PROFESSOR IRAPUAN

Deputado

PP-SP

Crime Eleitoral

111

PROFESSOR LUIZINHO

Deputado

PT-SP

Lavagem de Dinheiro

112

RAIMUNDO SANTOS

Deputado

PL-PA

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

113

REGINALDO GERMANO

Deputado

PP-BA

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

114

REINALDO BETÃO

Deputado

PL-RJ

Sanguessugas (Escândalo dasAmbulâncias)

115

REINALDO GRIPP

Deputado

PL-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

116

REMI TRINTA

Deputado

PL-MA

Estelionato e Crime Ambiental

117

RIBAMAR ALVES

Deputado

PSB-MA

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

118

RICARDO BARROS

Deputado

PP-PR

Sonegação Fiscal

119

RICARTE DE FREITAS

Deputado

PTB-MT

Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

120

RODOLFOTOURINHO

Senador

PFL-BA

Gestão Fraudulenta de InstituiçãoFinanceira

121

ROMERO JUCÁ

Senador

PMDB-RR

Improbidade Administrativa

122

ROMEU QUEIROZ

Deputado

PTB-MG

Corrupção Ativa, Corrupção Passivae Lavagem de Dinheiro

123

RONALDO DIMAS

Deputado

PSDB-TO

Crime Eleitoral

124

SANDRO MABEL

Deputado

PL-GO

Crime Contra a Ordem Tributária

125

SUELY CAMPOS

Deputada

PP-RR

Crime Eleitoral

126

TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO)

Deputado

PTB-DF

Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal

127

TETÉ BEZERRA

Deputado

PMDB-MT

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

128

THELMA DE OLIVEIRA

Deputada

PSDB-MT

Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha

129

VADÃO GOMES

Deputado

PP-SP

Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária

130

VALDIR RAUPP

Senador

PMDB-RO

Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira

131

VALMIR AMARAL

Senador

PTB-DF

Apropriação Indébita

132

VANDERLEI ASSIS

Deputado

PP-SP

Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

133

VIEIRA REIS

Deputado

PRB-RJ

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

134

VITTORIO MEDIOLI

Deputado

PV-MG

Sonegação Fiscal

135

WANDERVAL SANTOS

Deputada

PL-SP

Corrupção Passiva

136

WELLINGTON FAGUNDES

Deputada

PL-MT

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

137

ZÉ GERARDO

Deputado

PMDB-CE

Crime de Responsabilidade

138

ZELINDA NOVAES

Deputada

PFL-BA

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

139

Ângela Guadagnin

Deputada

PT-SP

Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto

140

Antonio Palocci

Ex-Ministro

PT-SP

Quebra de Sigilo Bancário

141

Carlos Rodrigues

Ex-Deputado

PL-RJ

Bispo Rodrigues

142

Delúbio Soares

Tesoureiro

PT-GO

Ex Tesoureiro do PT

143

José Dirceu

Ex-Deputado

PT-SP

Coordenador do Mensalão

144

José Genoíno

Ex-Deputado

PT-SP

Mensalão, Dólares na Cueca

145

José Nobre Guimarães

DeputadoEst.

PT-CE

Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal)

146

Josias Gomes

Deputado

PT-BA

Mensalão, CPI dos Correios

147

Luiz Gushiken

Ex-Ministro

PT-SP

CPI dos Correios

148

Paulo Salim Maluf

Ex

PPB-SP

Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro

149

Paulo Pimenta

Deputado

PT-RS

Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios

150

Pedro Corrêa

Ex-Deputado

PP-PE

Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos

151

Roberto Brant

Deputado

PFL-MG

Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios

152

Roberto Jefferson

Ex-Deputado

PTB-RJ

Mensalão

153

Severino Cavalcanti

Ex-Deputado

PP-PE

Escândalo do Mensalinho (Renunciou para evitar a cassação)

154

Silvio Pereira

SecretárioPT

PT

Mensalão

155

Valdemar Costa Neto

Ex-Deputado

PL-SP

Mensalão (renunciou para evitar a cassação)

Livros & Prisão = Escritores (Em alguns casos…)

 Escritores que tiveram contato com o mundo do crime encantam um grande número de leitores. A experiência da marginalidade é o combustivel de autores como Edward Bunker, Plinio Marcos, João do Rio e tantos outros. Há os que estão do outro lado da situação, como Rubem Fonseca, grande autor policial, que foi delegado de policia e investigador. Mas isto é outra história…No caso de escritores como Bunker e Himes, a cadeia veio em consequência de crimes praticados contra terceiros.  Chester Himes passou 07 anos na cadeia, após assalto a mão armada, e veio a se consagrar como autor do livro “O passado fará você chorar”. Himes descreveu no livro “O passado fará você chorar” a vida na prisão. Hoje é um dos grandes autores americanos, reconhecido mundialmente. Da França, temos o exemplo de Jean-Claude Izzo, que publicou seu primeiro romance aos 50 anos. Depois de uma vida nas ruas de Marselha. O que impressiona é que  estes escritores citam, em suas obras, a literatura como uma espécie de salvação. Uma forma, tardia, de educação da alma. Diria Flaubert: Educação Sentimental. Porém o livro atinge a alma do encarcerado, lugar onde o direito não chega.  A revolta explode em forma de criatividade e surge o escritor. Obviamente que o talento, este sempre nato, recebe um empurrão da leitura e aflora. Mas para aqueles cujo o exercicio da escrita é tortura nasce uma semente: a curiosidade. Através dela surge o leitor curioso. E deste leitor, pode apostar, um homem melhor. Porque não há ser humano que resista aos apelos da arte. Seja escrita, tocada, encenada ou pintada. Verso ou prosa. Sempre há de nascer algo bom deste encontro. Talvez seja por isto que as ditaduras controlem a escrita e o cinema. Zelando para que a ignorância e a ilusão sustentem o regime. Não há o que segure o “homem educado”! Aquele que persegue a luz da própria consciência e examina a si mesmo. Sem esperar de “outros mundos” e salvadores a sua própria redenção. Há, também, os simplistas que afirmam nascer a criatividade de dois fatores: Tempo e falta do que fazer. Conheça abaixo alguns autores e livros que nasceram na prisão:

Thomas Malory, romancista inglês, publica em 1485 o livro “A morte de Arthur”, escrito em 1465, quando o autor cumpria pena em Londres. Malory é o autor mais famoso sobre as histórias do Rei Arthur.

Marco Polo, famoso explorador, passou 01 ano preso após regressar da China. Neste periodo, ditou a um amigo da cadeia o livro “Viagens de Marco Polo”.

Miguel de Cervantes, autor de “Dom Quixote”, escreve na prisão, aonde passou 03 meses, os primeiros capítulos de uma das maiores obras-primas da humanidade.

Jean Genet, famoso e cultuado autor marginal, viveu treze anos encarcerado, tendo escrito “Nossa senhora das Flores”, um dos seus livros mais famosos.

Dostoievski, é talvez o simbolo desta literatura, teve a pena de morte comutada para prisão. Na prisão, em plena revolução russa, escreveu “Crime e castigo”, “O idiota” e outros clássicos. Em 1960 foi considerado um autor universal.

Graciliano Ramos, nosso representante brasileiro, amargou na ditadura Vargas um periodo de 09 meses na Ilha Grande. Tendo escrito após a experiência o romance  ”Memórias do Carcere”.

Chester Himes, 07 anos preso, roubo a mão armada. Autor de “O passado fará você chorar” e considerado um dos maiores escritores do século XX.  Faleceu em 1984, na Espanha. Seus livros estão sendo traduzidos para o português e lançados no Brasil.

Boa leitura!

 

 

 

Clássicos Star Wars

 Alguns clássicos da pintura mundial com os personagens de Star wars. É possível que em um futuro próximo Star Wars seja considerado uma obra prima do século XX.  Até lá vale a pena conferir a fusão de pintura clássica com os personagens de George Lucas e Spielberg.

Projeto Remição pela Leitura

Leitura Para reduzir pena de presos e ressocialização.

 A Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos recebeu 12 minibibliotecas destinadas ao Projeto Remição pela Leitura, que será implantado nas unidades do sistema penitenciário em maio. A doação foi feita pelo diretor da Biblioteca Pública do Paraná, Rogério Pereira. “Essas minibibliotecas vão enriquecer o acervo já existente nos estabelecimentos penais e são uma importante contribuição para que o apenado possa ter acesso a uma variedade maior de títulos, ampliando e adquirindo conhecimentos que, certamente, permitirão uma vida mais digna no retorno ao convívio social”, afirma a secretária Maria Tereza Uille Gomes. O projeto proporciona o direito ao conhecimento, à educação, à cultura e ao desenvolvimento da capacidade crítica por meio da leitura e da produção de resenhas. Resultando, também, redução da pena. Excelente iniciativa que deve ser copiada por outros estados. É claro e objetivo que os livros podem cumprir uma importante função neste País de péssimos indices educacionias e culturais. O projeto Remição pela Leitura está previsto na Lei de Execuções Penais explica a coordenadora de Educação e Qualificação Profissional / PDI Cidadania da Secretaria da Justiça, Claudia Cristina Muller. As 24 unidades penais vinculadas à secretaria vão participar, beneficiando todos os apenados alfabetizados interessados.  Os presos com ensino fundamental deverão fazer relatórios de leitura e aqueles do ensino médio e pós-médio deverão produzir resenhas, compreendendo resumo e apreciação crítica. Uma comissão de professores dos Centros de Educação Básica para Jovens e Adultos (Ceebjas) fará a avaliação dos trabalhos.  A operacionalização do projeto deverá obedecer a um cronograma mensal. Nos primeiros dias do mês o participante escolhe o livro e tem um prazo de 20 dias para fazer a leitura e mais 10 dias para elaborar a resenha e submetê-la à avaliação da comissão. A cada livro e a cada relatório de leitura ou resenha elaborada, avaliada e aprovada pela comissão, o apenado terá três dias de remição de sua pena. Acreditamos que esta seja uma das iniciativas mais importantes das últimas decadas no campo da ressocialização. Uma biblioteca pode fazer enorme diferença na educação dos presos. Infelizmente a opção do crime acaba sendo a única via para aqueles que estão marginalizados pelo sistema. Diz o velho ditado, mais escolas, menos cadeias.  É necessário, agora, que os presos sejam estimulados a melhorar sua condição cultural e educacional. Para que possam exercer na sociedade um papel construtor e de progresso. Percebendo a diferença, imensa, que existe entre a ignorância e o conhecimento. Só através do conhecimento conseguirão avançar à uma vida digna e criativa. O projeto é um avanço que nos deixa feliz….afinal…nós acreditamos que somente os livros podem fazer a diferença neste País de desigualdades sociais.

Bela iniciativa….

Marcas de Porcelana – E-books

Uma das vantagens da Internet é a chance que temos de difundir e aprender sobre novos assuntos. É possivel o acesso a obras raras e que dificilmente estariam a nossa disposição. Hoje os colecionadores conseguem pesquisar e avaliar melhor suas aquisições com poucos cliques. Obviamente que o desejo de aprender é o combustivel para esta busca. Porcelanas seduzem desde a antiguidade. Reis, Rainhas e Imperadores cobiçavam este tesouro desenvolvido por alquimistas.  Um dos objetivos da Artlivros é disponibilizar informações para colecionadores e interessados que desejam melhorar suas coleções. Estamos disponibilizando três e-books. Um deles sobre a porcelana de Meissen; mostrando as marcas falsas e as que imitam a marca original da manufatura alemã. Todos em formato PDF e EPUB (Para Ipad). O E-book sobre a porcelana de Meissen esta em português. Os demais em inglês. Ricamente ilustrados com as marcas. Ferramenta util e de grande importância para colecionadores e comerciantes. Em breve pretendemos lançar outros títulos que apresentem a porcelana e suas marcas.

Meissen - Marcas do sec XVIII ao XX

Porcelana Oriental (Porcelana produzida na China da antiguidade ao XIX)

Marcas de Porcelanas ( Marcas do seculo XVIII ao XX – excelente para consultas rapidas)

Como comprar: Através da nossa loja no mercadolivre ou através do e-mail: artlivrosraros@hotmail.com

 

Dia do livro – Comemore lendo!

 Dia mundial do livro. Faz tempo que você não lê? Procure na estante o seu velho amigo e leia uma página. Descubra o prazer da leitura e volte a procurar nos livros um caminho para seus objetivos. Eles podem te ajudar. Neste dia do livro preste uma homenagem. Se eles te acompanham desde a infância, certamente te trarão lembranças boas. E o cheiro? Há leitores, como eu, que gostam do cheiro das paginas e da textura do papel. E como é difícil largar um livro interessante ou terminar aquele que nos leva para mundos distantes. Dos dias felizes da minha adolescência, lembro-me daqueles em que descobria novos autores. Kafka, Baudelaire, Conrad e tantos outros… O mundo parecia ser mais vasto. Neste dia mundial do livro de uma chance a si mesmo. Abra um livro. Deixe que ele te guie. E descubra a força que ele possui. Quer fazer a diferença na vida dos seus filhos? Na vida dos amigos ou na sua mesmo? Comece a ler e incentive quem precisa.

No dia mundial do livro você compra nossos e-books por apenas R$ 1.99.

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Amazing fantasy 15 – Spiderman – Classic of comics

The comic book in which your friendly neighborhood Spider-Man debuted.. That’s a  comic that went originally sold for 12 cents. But Amazing Fantasy #15, the issue Spidey first graced comic book pages, is a comic issue of legend, held in very high regard among comic book geeks around the world. I’ve always been a Spider-Man fan, more so than any other hero and growing up I remember first learning about Amazing Fantasy #15. There’s something enigmatic about that issue, something almost magical. The Holy Grail of Spider-Man Comics.  Amazing Fantasy #15 was first published in 1962, depicting the origin of Spider-Man. Created by Stan Lee and Steve Ditko, the character was a smash, and would literally become the face of Marvel Comics for decades. The cover, which was drawn by Jack Kirby and Steve Ditko, shows Spidey with a villain in one arm while he swings from his web with the other and is one of the most recognizable covers in comics history. We have this comic in our bookstore. If you have interest, please, contact us by the e-mail: artlivrosraros@hotmail.com and we give you more informations. This is not available to eletronic copy or Epub or PDF arquive. Original comic from 1962.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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